São Paulo, 13 de outubro de 2008 - “Em momentos de crise, o potencial de crescimento do mercado de business intelligence é muito maior. Pode até haver um ou dois meses de diminuição de investimentos, mas a tendência será as empresas buscarem um ambiente de gestão mais eficiente”, diz Flavio Bolieiro, Vice-presidente para a América Latina da MicroStrategy, principal fornecedor independente de software de business intelligence, globalmente. Soluções de BI são plataformas de software que apóiam os gestores das companhias com informações estratégicas para a tomada de decisão. Estas informações são visualizadas em formato de relatórios, gráficos e dashboards, via web, de qualquer ponto, até mesmo em dispositivos móveis, como blackberrys e i-phones. Segundo estudo intitulado IDC Latin America CEOs Priorities 2008, que ouviu 187 CEOs (Chief Executive Oficers) nas três maiores economias da América Latina , a maioria dos entrevistados acredita que a área de foco nº 1 em seus departamentos de TI seja a de desenvolvimento e implementação de novas aplicações estratégicas para melhorar a competitividade, nicho onde o BI se destaca.
A MicroStrategy mantém atuação direta no Brasil, Argentina e México. No restante da América Latina, inclusive no Caribe, opera via parceiros. A empresa está muito bem posicionada na região, especialmente no Brasil. “A MicroStrategy possui uma posição de liderança muito confortável no Brasil, o que não ocorre em todos os países. Um outro bom exemplo onde esta situação se repete é a Espanha,” explica Bolieiro.
Com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, além de parceiros no nordeste e no sul, a MicroStrategy direciona os seus investimentos no Brasil, neste momento, para a área de serviços. “A equipe de profissionais de consultoria e suporte mais do que dobrou em 2008, totalizando hoje 30 pessoas”, explica Bolieiro. Além disto, a empresa anuncia planos de criar, ainda no primeiro semestre de 2009, um novo centro de desenvolvimento de projetos de consultoria, com dez pessoas inicialmente, e que exportaria projetos para empresas de todo o mundo. “O novo centro será sediado no Brasil ou Argentina, ainda a definir”.
“O BI está cada vez mais atrelado ás áreas de negócios dentro das companhias e não ás áreas de tecnologia. O business intelligence deve ser visto como um agente de negócios”, diz Bolieiro. O executivo afirma ter observado que as empresas, no país, estão saindo do BI departamental e migrando para o BI corporativo. O que beneficia muito a MicroStrategy, que possui, reconhecidamente, a plataforma mais robusta e com maior suporte a grandes volumes de dados, do mercado.
“Se consideramos que o mercado de BI passa por cerca de cinco fases em seu processo de amadurecimento, podemos afirmar que a quarta etapa seria a adoção do BI corporativo, que é o que estamos agora presenciando no Brasil. A quinta etapa seria a evolução para o Pervasive BI, que seria o BI disseminado por toda a empresa, sendo um apoio até mesmo para uma operadora de call center, por exemplo”, finaliza o executivo.
Flavio Bolieiro foi Diretor Geral da MicroStrategy Brasil por muitos anos, desde a abertura do escritório no país em 1999. Liderou a companhia por sucessivos períodos de crescimento – a subsidiária brasileira apresentou posição de destaque, entre todas as subsidiárias presentes em mais de 40 cidades em todo o mundo.
Any product and company names mentioned herein may be the trademarks of their respective owners.
Este press release pode incluir declarações que possam consitituir em "declarações futuras" , incluindo suas estimativas de potenciais negócios ou resultados financeiros e, afirmações contendo as palavras "acreditar", "estimar", "projeto", "esperar" ou expressões similares. Declarações para um futuro próximo, inerentemente envolvem riscos e incertezas que poderiam transformar resultados atuais em diferenças materiais em declarações futuras. Fatores que poderiam contribuir a essas diferenças incluem: a habilidade da empresa em assegurar financeiramente suas operações atuais e planos a longo prazo em termos aceitáveis; a capacidade da companhia em implementar e atingir em larga escala a aceitação do clientes em sua rede Strategy.com oportunamente; reação adversa por parte dos funcionários da empresa, investidores, clientes, parceiros comerciais e contribuintes para o remissão dos resultados da companhia em 1999 ou sesu prospects futuros; a habilidade em reconhecer o faturamento submetido através da distribuição de produtos ou desempenho satisfatório de serviços; aceitação contínua dos produtos da empresa no mercado; tempo de ordens de compra significantes; atrasos na habilidade da empresa em desenvolver ou embarcar novos produtos; aceitação do mercado de novos produtosfatores competitivos; condições econômicas gerais; flutuações da moeda e outros riscos detalhados nas declarações corporativas e em relatórios periódicos preenchidos seguindo a Securities and Exchange Commission (US). Fazendo essas declarações futuras, a empresa não tem a obrigadação em atualizá-las para revisá-las ou mudá-las depois da data deste release.